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terça-feira, julho 02, 2013

À Espera do(s) Desenhista(s)

Ilustração de Àlvaro
O número 3 do MiniZine está ligeiramente atrasado, o guião já se encontra escrito falta agora o desenhista ilustrar a história. Existe um projecto de álbum que se encontra na mesma situação, falta o desenhista começar a ilustrar o guião. Entretanto existem um projecto de webcomic para o qual deveria começar a procurar desenhista mas está para o parado. Falta eu ganhar coragem para mais umas negas e para o tormento da espera para saber se o projecto avança depois de um desenhista o aceitar.

Existem mais umas coisas que estão meio começadas mas que preciso de terminar de escrever os guiões. O mais natural é que ainda volte a desenhar qualquer coisas, no meio deste ladainha da espera, existe a novidade de eu estar atrasado na entrega de um guião feito a pedido de um desenhista.

Ocasionalmente também convém mudar um pouco a história.

Em breve espero ter mais novidades.

domingo, dezembro 16, 2012

Um Problema de (Falta de) Acção

No primeiro número do MiniZine a história “As Grilhetas Invisíveis” é aquela que saí um pouco do registo auto-biográfico e de drama humano para entrar pelo caminho do fantástico, originalmente era para incluir também uma história de ficção científica ou acção, só que os artistas foram escolhendo as histórias mais pessoais pelo que essas histórias só irão surgir no segundo número do MiniZine.

Apesar de ter um predileção pela Ficção Científica e pelo fantástico encontrar artistas que partilhem esse interesse por aqui tem sido complicado.

A única história que publiquei na outra vida e que saía um pouco do registo de drama quotidiano foi o “Aconteceu” (ilustrado pelo Phermad), que era um policial. A única história de fantasia (More Than Dreams) foi ilustrada por um norte americano, para um projecto nos EUA que acabou por não acontecer tendo sido depois publicada na defunta Nextcomics. Nunca a cheguei a traduzir para publicar em português.

Cheguei a ter outras histórias dentro das temáticas da ficção científica e do fantástico, mas se já é difícil encontrar um desenhistas que esteja disponível para ilustrar um álbum, encontrar um para realizar BD's dentro daquelas duas temáticas é ainda mais complicado.

Tenho um gosto bastante eclético,gosto de material mais pessoal e intimista, do mesmo modo que gosto de material mais “comercial”, simples entretenimento. Pretendia mostrar esses dois lados no primeiro MiniZine, mas acabou por não ser possível. Eu podia ter ilustrado as histórias elas mereciam uma arte melhor do que aquela que eu posso providenciar, o que me levou a traduzir os guiões para inglês para procurar um desenhista no exterior. Acabei por encontrar e se tudo correr bem o segundo será muito mais “comercial” e fantástico.

quarta-feira, dezembro 05, 2012

MiniZine Vira E-Zine Gratuito


Gosto de um livro, revista ou fanzine enquanto objecto, contudo a internet possibilita alcançar um publico mais vasto que um edição de um fanzine com uma tiragem reduzida. Foi um um dos motivos que levou à existência do Bizarro como e-zine no inicio do século e porque o MiniZine fica agora disponível em formato digital.

Quer este número que foi publicado agora quer os números seguintes são constituídos por histórias curtas pelo que não faria muito sentido, nem seria muito prático estar a publicar num formato webcomic, como o fanzine é num formato pequeno optei por uma edição gratuita em PDF que pode ser lida online, ou feito o download. Para além disso também podem partilhar o zine em redes sociais ou nos vossos blogues.


A Edição digital é uma maneira de ultrapassar limitações que um fanzine de baixa tiragem, com distribuição limitada tem. É um método simples de chegar a um público mais vasto e dar a conhecer o trabalho realizado.

Leiam, comentem, partilhem. A edição do número dois deverá acontecer quase em simultâneo com a edição de papel.

quarta-feira, outubro 24, 2012

Declaração de intenções

Era inevitável, o bichinho estava cá dentro e precisava de sair. Depois de um exílio auto imposto, de algumas falsas partidas, alguns projectos começam a tomar forma sob o nome de Sanktio. Uma proto-editora que até se poderia de chamar de pseudo. Mais do que uma editora é um selo para abrigar diferentes projectos, uma maneira de os ir desenvolvendo explorando diferentes formatos e formas de publicação.
Não vale a pena gritar, ele não faz mal a ninguém! Só continua com o mesmo sentido crítico de sempre.
Estive afastado anos, mas parece que ainda ontem parti. A feira das vaidades prossegue alegremente por entre o descalabro total. Os autores são mais que os leitores. Existem editores, álbuns, revistas e quejandos. Uns professam orgulhosamente ser alternativos quando não existe mainstream, outros declaram-se comerciais, quando não vendem mais que umas centenas de exemplares (se tiverem sorte). As mudanças que se verificam, foi para pior, mas nada que não fosse expectável. O que desapareceu não surpreende e o que ficou ainda menos.